MINI lança nova geração do Cooper no Brasil

Renovado e mais esportivo, ele é seu por R$ 89.950 e será flex em 2015

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Apresentada em novembro do ano passado, a nova geração do MINI Cooper chegou ao Brasil. A marca optou por manter as formas originais do modelo, que sucedeu o clássico Rover vendido até 2000. Entretanto, as mudanças estruturais foram profundas. O modelo, que será vendido no Brasil em três versões, deverá ser futuramente produzido na planta da BMW em Araquari (SC).

A carroceria cresceu 9,2 centímetros em relação à antiga geração, somando agora o comprimento de 3,82 metros. A altura passa a ser de 1,41m e a largura, 1,72m. O porta-malas, por sua vez, ficou 30% maior: agora são 211 litros. O design no exterior ficou mais agressivo e as lanternas, bem maiores do que as antigas. No interior, a mudança mais expressiva foi a mudança do quadro de instrumentos para trás do volante, e não mais no meio do painel, como nas gerações anteriores. Os círculos continuam predominantes no habitáculo.

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Sua versão mais barata nesse primeiro momento custará R$ 89.950 e será impulsionada pelo motor 1.5 três cilindros de 136 cavalos com opção Overboost (que aumenta momentaneamente o torque de 22,4 kgfm para 25,5 kgfm). O Cooper S, intermediário, conta com um propulsor 2.0 turbo de quatro cilindros, gerando 192 cavalos e 28,5 kgfm de torque (30,6 kgfm com Overboost) e hoje parte de R$ 113.950. Posteriormente, em agosto, uma variante mais barata será disponibilizada sem a central multimídia – por R$ 6 mil a menos (!).

A terceira versão será lançada apenas em novembro, possivelmente durante o Salão Internacional de São Paulo. Será a MINI One, que hoje parte de R$ 76.850. O motor, neste caso, será um 1.2 Twin Power Turbo de 3 cilindros, gerando 102 cv de potência e 18,4 kgfm de torque que trabalham junto a um câmbio manual de seis velocidades.

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O diferencial dessa geração no Brasil será a adesão aos motores flex, o que deverá ocorrer a partir de 2015, a exemplo da tecnologia ActiveFlex já empregada no BMW Serie 3. Falta agora aumentar a oferta de pneus run flat – a edição de junho da Quatro Rodas denuncia que donos de Cooper, quando conseguem encontrar pneus específicos para seus modelos, precisam pagar R$ 5 mil por cada unidade. A tecnologia run flat permite que o carro continue rodando mesmo com o pneu furado e, por isso, os veículos não possuem estepe. A nacionalização fará bem ao descolado hatch britânico.
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